A paralisia facial em cães é uma quesito neurológica que afeta diretamente o nervo facial, responsável pelo controle dos músculos da face, porquê lábios, pálpebras e orelhas.
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Apesar de não ser tão generalidade quanto outras doenças caninas, a patologia merece atenção dos tutores, pois pode interferir na qualidade de vida do bicho e sinalizar problemas mais graves.
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Quando não tratada a tempo, a quesito pode gerar complicações que vão além da estética e afetam funções básicas, porquê mastigação e proteção dos olhos do cãozinho.
Causas mais comuns
Segundo Kássia Vieira, doutora em saúde bicho, a paralisia facial em cães está frequentemente associada a inflamações nos ouvidos, traumas ou até mesmo tumores.
“Quando tem esse tipo de afecção neurológica, isso afeta diretamente a movimentação das pálpebras, das orelhas, dos lábios. As causas em animais estão muito relacionadas”, explica a perito.
Ela também detalha que quando o bicho tem uma otite muito grave, inflamação na secção média ou mais profunda dos ouvidos, isso pode concluir afetando o nervura facial e gerar esse tipo de paralisia.

Traumas, porquê quedas, atropelamentos ou pancadas na região da cabeça, também podem prejudicar o nervura. Tumores na dimensão podem promover compressão, o que impede o funcionamento normal do nervura e resulta na paralisia da face do bicho.
Sinais visíveis e diagnóstico
A identificação da quesito geralmente ocorre por meio de alterações na simetria facial do cão. É verosímil notar desvios no venta, queda dos lábios, dificuldade em fechar a boca ou até mesmo problemas para mastigar e tomar chuva.
Quando as pálpebras são afetadas, o bicho pode não conseguir piscar completamente, o que leva ao ressecamento ocular e a irritações nos olhos. Isso aumenta o risco de lesões e infecções, caso não seja tratado adequadamente.
“Se ocorrer junto com a otite, a principal razão disso ocorrer, o bicho também vai permanecer sacudindo muito a cabeça, porque vai estar doendo dentro do ouvido, e ele fica tentando titilar as orelhas”, explica a professora de comportamento e bem-estar bicho da Universidade Católica de Brasília.
O diagnóstico, segundo Kássia, depende principalmente de identificar a justificação principal. “Se o bicho está com otite e coçando a ouvido, ele está tentando resolver esse problema, essa dor que está sentindo no ouvido”, exemplifica.

Exames clínicos detalhados e avaliação do histórico do bicho ajudam o veterinário a entender se a paralisia é causada por inflamação, traumatismo ou outra quesito mais complexa. A rapidez no diagnóstico influencia diretamente o sucesso do tratamento.
Como funciona o tratamento
O tratamento da paralisia facial varia conforme a justificação. No caso de infecções de ouvido, antibióticos e anti-inflamatórios podem levar à recuperação totalidade ou, pelo menos, parcial do nervura da face.
Porém, se houver atrasos no diagnóstico, isso pode concluir causando a degeneração do nervura. Neste caso, a recuperação completa se torna impossível.
“É um problema. Se o bicho não consegue fechar o olho recta, vai ter que usar um colírio para poder manter o olho sem ressecamento”, alerta a perito.
Além do tratamento medicamentoso, é importante ajustar a rotina do animal. Alimentos mais macios podem facilitar a mastigação, enquanto a lubrificação dos olhos ajuda a prevenir complicações oculares.

Monitorar sinais de dor ou desconforto e procurar um veterinário imediatamente são medidas fundamentais para prometer a qualidade de vida do cão.
Kássia ainda acrescenta: “O zelo principal é cuidar da medicação, identificar a justificação, medicar o bicho e dar qualidade”. Com atenção aos sinais, diagnóstico precoce e cuidados certos, cães com paralisia facial podem restabelecer funções importantes e manter o bem-estar no dia a dia.





