Um vídeo publicado no TikTok pela tutora Alixandra Cassidy mostra Sparrow, um dos gatos resgatados que vivem com ela em Houston, Estados Unidos, com a ventre um tanto quanto grande posteriormente ter conseguido acessar o divisão de um alimentador automático.
Em entrevista ao portal Newsweek, Cassidy contou que a gata comeu aproximadamente uma a duas semanas de ração durante uma noite. O vídeo, publicado em 21 de agosto na conta @alixandracass, ultrapassou 7 milhões de visualizações e 1 milhão de curtidas.
Cassidy explicou que passou a utilizar o alimentador automático para ajudar no controle de porções e para manter a rotina dos gatos, caso ela precise permanecer fora durante a noite.
Ela contou também que os dois animais, Jack e Sparrow, adoram comida e já haviam conseguido invadir alimentadores anteriormente.
O vídeo e porquê a tutora reagiu
Nas imagens, o gata aparece enrolada em um cobertor, com a ventre visivelmente arredondada. A tutora definiu essa cena porquê o food baby da gatinha. Ou seja, sua ventre estava tão grande que parecia até que ela carregava um bebê — nesse caso, de comida.
Na entrevista ao portal, ela também disse que não imaginava que o vídeo publicado geraria tanto debate na rede social.
Após o incidente, Cassidy informou que vem adotando medidas práticas. Ela tem tentado alimentá-la à mão para reduzir a chance de uma novidade invasão ao divisão automático.
A tutora mencionou que o intuito é evitar um novo incidente porquê esse. “Não sei se qualquer dia voltaremos a deixar a comida sempre disponível, mas acho que isso está funcionando por enquanto.”
Nos comentários, tutores debateram sobre o uso de alimentadores automáticos
Reações nas redes e o debate entre tutores
O post gerou uma discussão nos comentários sobre formas de alimentar gatos. Alguns internautas defenderam a free feeding, que seria a alimento em demanda livre. Nesse caso, o tutor pode deixar ração disponível o tempo todo.
Para quem defendia esse formato, o argumento era de que seus animais se regulam e mantêm peso saudável. Outros relataram experiências contrárias e descreveram gatos que comem em excesso quando têm aproximação contínuo à ração.
O alcance do vídeo e a variedade de depoimentos dos tutores mostram que a incerteza é generalidade entre quem convive com felinos e utiliza dispositivos automáticos para gerenciar refeições.
Mudanças na rotina
Cassidy também contou à Newsweek que, antes do incidente, ela não havia oferecido muita atenção a porquê alimentava os gatos e achava que o uso de alimentadores automáticos era uma prática generalidade.
Ela passou a testar alternativas que limitem o aproximação rápido à ração e que estimulem o bicho durante a alimento. Essas medidas são uma tentativa de reduzir sofreguidão de seus bichanos.
“Coloquei a comida dela em um comedouro lento e em um quebra-cabeça para estimular a graçola e a curiosidade”, contou.
Quais tipos de alimentadores existem?
Existem diferentes tipos de alimentadores automáticos disponíveis no mercado. Os modelos mais simples liberam a ração em horários programados, enquanto versões mais modernas permitem controlar a quantidade e o momento das porções por meio de aplicativos conectados ao celular.

Há também opções com sensores de presença, que liberam comida unicamente quando o bicho se aproxima, e modelos projetados para casas com mais de um pet, com tampas que se abrem unicamente ao reconhecer o microchip ou a coleira do gato autorizado.
Além dos automáticos, tutores também podem optar por comedouros lentos, com divisórias ou relevos, e brinquedos alimentares, que estimulam o gato a “caçar” a comida. Esse tipo, porquê Cassidy citou, ajuda a controlar o ritmo e a sofreguidão durante as refeições.

