Ter um furão como animal de estimação pode parecer exótico, mas o interesse por esses pequenos mamíferos tem desenvolvido entre tutores. Inteligentes, brincalhões e cheios de robustez, eles conquistam pela personalidade única.
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Porém, esses bichinhos também exigem cuidados específicos com saúde, alimentação e manejo diário. O médico-veterinário Adolfo Santos explica o que é preciso considerar antes de trazer um furão para mansão.
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Cuidados com a saúde e o envolvente
Segundo o veterinário, manter o bem-estar do furão depende de atenção redobrada com vacinação, higiene e temperatura do envolvente. “É forçoso vacinar contra cinomose, e em alguns países também se recomenda vacina antirrábica.”
Consultas periódicas garantem bem-estar e longevidade ao pet
Adolfo, coordenador de medicina veterinária do Centro Universitário Anhanguera, também afirma que é importante cuidar da vermifugação e do controle de parasitas, além de manter alimento adequada.
“Em relação ao manejo, a higiene do envolvente é importante assim porquê evitar o excesso de calor, pois os furões possuem certa intolerância a ambientes quentes”, salienta.
Além dos cuidados básicos, o seguimento veterinário regular faz diferença. “Somados a isso, consultas regulares com médico-veterinário especializado, permitindo assim a realização de exames de rotina e detecção precoce de doenças.”.
O tutor também deve estar prestes para uma convívio longa. A expectativa de vida de um furão doméstico é, em média, de 5 a 10 anos, dependendo dos cuidados que recebe.
Alimentação de carnívoro
Os furões são carnívoros estritos. Ou seja, sua alimento é muito dissemelhante de um pet generalidade, porquê cães e gatos. “Ele precisa de muita proteína e gordura de origem bicho, e quase nenhum carboidrato ou fibrilha”, explica Adolfo.

A ração específica para a espécie é a escolha mais adequada, mas há alternativas em caso de dificuldade para encontrar o resultado. “Contém o estabilidade correto de nutrientes (subida proteína e gordura, grave carboidrato).”
O perito explica que outra opção seria a utilização de ração de gato filhote super premium, que é rica em proteína bicho e com grave texto de grãos. “Sem olvidar da disponibilidade de chuva fresca e limpa”, acrescenta.
Como identificar sinais de alerta
Por natureza, os furões tendem a dissimular sintomas até que estejam realmente doentes. Por isso, é forçoso observar o comportamento e o apetite do animal.
“Os tutores devem permanecer atentos a mudanças sutis de comportamento e semblante, pois os furões mascaram sintomas. Sinais porquê letargia, perda de gosto e peso, além de diferença nas fezes e respiratórias”, orienta.
Essas alterações indicam que o pet deve ser levado imediatamente a um profissional especializado, o que reforça a relevância de ter um veterinário de crédito avezado com a espécie.

A importação e posse de furões no Brasil são legalizadas, mas com regras específicas estabelecidas pelo IBAMA. Eles precisam ser importados já microchipados, castrados e vacinados.
Isso garante que a população desses animais seja controlada e não possa se reproduzir no país, o que evita o risco de se tornarem uma espécie invasora.
Personalidade possante e desafios na rotina
Ter um furão em mansão pode ser uma experiência divertida, mas também desafiadora. “O primeiro e mais importante passo é a compra de animais de forma lícito, exigindo documentos que comprovem sua proveniência.”
“São muito ágeis, curiosos e brincalhões, podendo se esconder em frestas, roer móveis e originar acidentes. Devido a isso, a supervisão uniforme é importante principalmente quando criados soltos em mansão”, alerta Adolfo.
Outro ponto que costuma surpreender novos tutores é o cheiro. Os furões possuem odor forte característico, e por isso é necessária limpeza frequente das gaiolas e áreas de convívio.

Esses bichinhos podem conviver muito com outros pets, desde que a adaptação seja gradual. “De modo universal, a convívio dos furões com outros animais pode ser tranquila. Depende muito do temperamento do furão e dos outros pets.”
Cheios de personalidade, eles podem ser ótimos companheiros, mas exigem tutores responsáveis e atentos. Antes de adotar, é importante pesquisar sobre a espécie e se corrobar de que o bicho foi adquirido de forma lícito e moral.

