Outra Maneira

O EXTREMO DO ESTADO INTERVENCIONISTA

Desde os primórdios que o papel do Estado é discutido, debatido em demasia até. O poeta Paul Valéry afirmou certa vez sobre o Estado que: “Se o Estado é forte, ele nos esmaga; se é fraco, perecemos”.

Assim, o ideal é algo que evite os extremos, e que chegue a um ponto de equilíbrio.

No Brasil tivemos treze anos de um governo com a mão firme na Gestão Pública, intervindo nas estatais, no setor bancário e no setor elétrico. A economia foi amarrada pelo governo federal, só comparado ao período da Ditadura Militar.

O número de estatais federais aumentou 34% durante a era do Partido dos Trabalhadores –PT, criando um fator que foi repetido nos estados e municípios brasileiros e hoje são 800 empresas estatais no país, dentre os diversos poderes.

Agora é hora de iniciar um processo de privatização e concessões à iniciativa privada e tentar recuperar cerca de 300 bilhões de reais e esse dinheiro ser direcionado para cobrir o rombo deixado nas contas públicas.